Professor assassino.

A reportagem “Professor simula suicídio de sua mulher na zona sul de SP” (Folha de São Paulo, 13/01/2011) é estarrecedora. O morte da professora Mônica El Khouri aconteceu em 23/10/2009; e foi inicialmente considerada suicídio. Apenas em 14/12/2010 o professor Claudemir Nogueira confessou que havia estrangulado sua esposa e foi dar aulas normalmente no colégio particular Passionista Santa
Luzia e na escola pública estadual Rui Bloem. Se for comprovado que o professor é o assassino, ele terá enganado alunos, mães, pais e seus colegas professores por todo o ano de 2010. Mesmo confessando o assassinto da própria esposa, o professor não foi preso: ele tem endereço fixo, emprego e não tem antecedentes criminais. Neste ano de 2011, o professor de matemática está designado para a escola pública estadual Alberto Levy, zona sul de S. Paulo-SP. Será que é aceitável que continue dando aulas um professor que já confessou ser um assassino?

Mauro Alves da Silva –
Coordenador do Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública
http://MovimentoCOEP.ning.com

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2 Respostas para “Professor assassino.

  1. Não acho correto o professor Claudemir, continuar dando aulas; pois cometeu um crime. Mesmo sendo um bom professor de matemática, não será exemplo para os alunos. Decepcionou a mim, como mãe e minha filha como aluna.

  2. Pingback: Qual escola pública de SP tem um professor assassino? « COEP – Comunidade de Olho na Escola Pública

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