Trapalhadas no Processo eleitoral do Conselho Participativo Municipal.


Embora tenha citado a “lista do TRE-SP”, tal lista não foi usada, pelo menos no Jabaquara.
A prática aplicada foi exigir o título de eleitor (conferindo zona e seção eleitora) mais um documento de identidade com foto para permitir que o eleitor votasse em um único candidato do seu respectivo distrito.
O sistema da Prodam não funcionou no Jabaquara e em outras prefeituras regionais, O “mesário” conferia os documentos, preenchia uma listagem, o eleitor assinava, recebia uma cédula de papel e se dirigia à cabina de votação para o voto em papel.
Ocorre que nem todos os eleitores apresentaram o título eleitoral. Teve gente que votou apenas com o “número do título de eleitor” ou o comprovante da votação na última eleição geral.
O cartaz afixado na entrada da prefeitura regional dizia claramente que o voto seria franqueado a quem levasse o título de eleitor ou o RG. Mas rabiscaram o cartaz e começaram a exigir os dois documentos simultaneamente.
Note-se que nem a lei e nem os decretos falam em voto “distrital” (eleitor votando no candidato do respectivo distrito). Isto é de fundamental importância porque a “seção eleitoral do TRE” não tem nenhuma “jurisdição física nem geográfica”, sendo que tais endereços são mera conveniência do tribunal para distribuir os eleitores dentro da “zona eleitoral”. É comum um eleitor morar ao lado de um endereço de “seção eleitora” e votar em uma seção eleitoral distante de sua residência.

divulgação: http://www.blogdomaurosilva.wordpress.com

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